Sobre o FGTS, é melhor tirar ou deixar o dinheiro no fundo?

Para entender melhor sobre essa possibilidade do saque, é melhor avaliar as vantagens e desvantagens para decidir se vai ou não realizar os saques do FGTS, é preciso entender que existem duas liberações diferentes – e uma não depende da outra, ou seja, o beneficiário pode optar por sacar em apenas uma das modalidades, nas duas ou em nenhuma. São elas:

  • Saque de até R$ 500: é a permissão para que as pessoas retirem até R$ 500 de suas contas do FGTS. Se alguém tem três contas com pelo menos R$ 500 em cada uma, por exemplo, poderá sacar até R$ 1.500. No entanto, essa retirada poderá ser feita apenas uma vez. A data em que a pessoa poderá retirar depende de seu aniversário. Esse saque de R$ 500 não causa a perda do saque-rescisão em caso de demissão do trabalhador. Veja como saber quanto você poderá sacar e quando o seu dinheiro estará disponível.
  • Saque anual (ou saque-aniversário): quem optar por fazer o saque anual poderá retirar, no mês de seu aniversário, um parte do seu saldo da conta do FGTS. O valor depende do total do saldo. No entanto, quem decide fazer a retirada anual perde o direito de receber o saldo total da conta se for demitido, ficando apenas com a multa de 40% em casos sem justa causa. É possível se arrepender e voltar a optar pelo saque-rescisão (que dá direito ao saque total em caso de demissão sem justa causa), mas só depois de dois anos da adesão ao saque-aniversário.

Outro ponto que merece atenção na decisão de sacar ou não o FGTS é a mudança na distribuição dos lucros do fundo. O governo decidiu ampliar a fatia dos lucros que é dividida com o trabalhador, e, com isso, o rendimento do FGTS se torna mais vantajoso – e deve se aproximar da rentabilidade de aplicações conservadoras, como a poupança.

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