Os brasileiros passam mais de 3 horas por dia conectados na internet

Cada vez ficamos mais tempo conectados. Os brasileiros, por exemplo, passam, em média, três horas e 40 minutos online. Foram os números a que chegou a consultoria GlobalWebIndex em 2013. É possível que hoje seja mais. E desse tempo, apontam outros estudos, pelo menos um terço gasto em redes sociais.

Não é difícil encontrar quem veja nesses hábitos um aspecto negativo, corroborado por vários estudos científicos. O tempo passado online, afinal, estaria ligado a mais sedentarismo, queda na produtividade no trabalho, gastos descontrolados e problemas de saúde como depressão e obesidade.

É um cenário certamente problemático e que faz alguns críticos culparem a internet por uma epidemia de infelicidade. Mas o economista Tyler Cowen sustenta que o problema na discussão está menos na internet e mais em como a usamos. E, principalmente, na concepção que os críticos da vida online têm do que é felicidade.

Em uma coluna recente na Bloomberg, Cowen recorre aos conceitos de Daniel Kahneman, um dos pais da economia comportamental e ganhador do Nobel de Economia, para situar que há duas formas de nos sentirmos felizes.

Uma delas corresponde a um estado de curto prazo. Todo mundo fica feliz, por exemplo, com uma vitória do time de coração. A outra diz respeito a um estado de satisfação que envolve vários fatores. Ser feliz é duradouro, estar feliz é momentâneo.

A internet faz muito mais, com recompensas imediatas quase infinitas: oportunidades de trabalho, estar em contato permanente com as pessoas próximas, assistir vídeos divertidos, ouvir música, séries em streaming, 

Fonte: Technews

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