O Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, terá uma nova diagramação para economizar papel

Esse ano, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá uma nova diagramação para economizar o número de páginas e reduzir os custos.

Além de gastar menos com papel, o Inep vai mudar a ficha para coleta do dado biométrico e reduzir o número de capacitações presenciais dos colaboradores que trabalham na aplicação das provas, criando uma plataforma de educação a distância.

O objetivo, segundo o Inep, é economizar pelo menos R$ 42 milhões. Considerando o custo estimado do Enem 2018, a economia representa cerca de 10% do total.

No final de janeiro, o Inep havia informado que o custo estimado do Enem 2018 foi de R$ 84,66 por candidato. O exame teve um total de R$ 5,5 milhões de inscritos, e 24,53% deles faltaram nos dois dias de prova. Dos 5,5 milhões de inscritos confirmados, só 1,9 milhão pagaram a inscrição, que no ano passado foi de R$ 82.

Em nota, o presidente do Inep, Marcus Vinicius Rodrigues, afirmou que “essa redução de custos, de R$ 42 milhões, pode ser ainda maior”.

Para a nova diagramação do caderno de provas do Enem, segundo o Inep, “garantirá um grande espaço em branco para apoio na elaboração de cálculos e da redação”, e essa medida “eliminará a necessidade de impressão das folhas de rascunhos personalizadas, permitindo uma significativa economia com papel e impressão”.

A terceira mudança anunciada pelo Inep envolve a capacitação dos fiscais e coordenadores de locais de prova, além de corretores de redação. Até o ano passado, os treinamentos eram presenciais e a distância. “O volume de capacitações presenciais será reduzido e as capacitações no formato de educação a distância serão ampliadas e melhoradas, com a estreia de uma moderna plataforma de EaD.”

Fonte: Agência Brasil

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