Formação de crianças e adolescentes: o legado da Fundação Marcopolo para um futuro melhor

Para a Fundação Marcopolo, a educação é fator essencial para o desenvolvimento tanto de um país, quanto de um indivíduo, visto que cidadãos esclarecidos se tornam mais críticos e com maior poder de decisão para se engajar por melhores condições de trabalho e saúde para si e a sociedade. Por isso, trabalhos como o Projeto Escolas, criado em 2003, com o objetivo de desenvolver o ambiente educacional, tornando a comunidade escolar o centro da vida de um bairro, faz total sentido na empresa que tem como valor o respeito e a valorização das pessoas.

O Projeto Escolas, que atende atualmente as escolas Presidente Tancredo de Almeida Neves e Rosário de São Francisco, com 1800 estudantes; diariamente oferece oficinas no contraturno escolar a 710 alunos com idade a partir dos sete anos e 130 professores, além de promover atividades de capacitação, qualificação e confraternização com toda a comunidade escolar.

Somente em 2019, foram promovidas palestras como: “Mudanças para viver melhor em tempos de mudança”, com Jorge Trevisol, “Dia D” da BNCC; “Cuide bem do seu amor, seja ele quem for” com Lorena Bacchi; “Baleia do Bem” com Jóice Seidl; “Educação Financeira” com a UNICRED; “Se conectando a nova geração: vibrante, inquieta e conectada!” com Max Haetinger e “Autoestima e Valores” com Marcos Meier, que acontecerá em 17 de outubro, todas de capacitação para os professores. Essas atividades garantem mais confiança e proximidade na relação entre mestre e aluno, conforme ressalta a professora Marlôva Helena dos S. Spagnol, da escola Tancredo Neves. “Essa é uma relação de entendimento e amor, que é construída com o tempo, com o caminhar junto. E só caminha junto quem gosta”, afirma.

As crianças e adolescentes participantes do Projeto Escolas, além de ter professores e corpo docente voltado para desenvolver aulas mais construtivistas, com conteúdo mais próximo e direto, voltado para o dia a dia do estudante, ainda receberam agasalhos, transporte e o lanche para algumas atividades, além de oficinas como: Recicla, Costura, Lid e Metrologia, Orquestra Jovem, Coros, Teatro, Dança, Violão e Artes Visuais, que incentivam o senso crítico formando assim, cidadãos conscientes e preparados para o mercado globalizado e competitivo. “Conseguimos deixar o estudante no centro do processo educativo, permitir que ele seja o protagonista da própria história e fazer com que ele participe de um mundo mais cidadão são alguns dos nossos desafios. O desejo em aprender passa de geração em geração e isso melhora toda a comunidade”, avalia a especialista em responsabilidade social da Fundação Marcopolo, Creice Arse.    

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